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ConfirmadoComputação02 de nov., 16:03 UTC

Rohan Anil, da CoreAuto, treina um MoE esparso em dois clusters a meio mundo de distância com link de 25 Gbps

Os clusters tinham tamanhos e GPUs diferentes; o post também relata que o butterfly mixing, que troca o all-reduce por trocas em pares entre oito aprendizes, igualou o treinamento padrão.

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Por que importa

O treinamento de fronteira costuma supor um único grande cluster num só lugar, mas energia, equipamentos de rede elétrica e terreno são os principais limites dos novos data centers, e muita capacidade de GPU fica espalhada em locais menores. Este post de posição defende algoritmos de aprendizado feitos para usar juntas essas ilhas de computação e relata uma execução real entre dois clusters muito diferentes. É um blog de startup, não um artigo revisado. Vale ver se a abordagem escala para mais de dois locais e modelos maiores.

Fatos principais

  • Modelo de mistura de especialistas esparso treinado em dois clusters
  • Clusters com tamanhos e GPUs diferentes
  • Locais a quase meio mundo de distância
  • Link bidirecional de 25 Gbps
  • Butterfly mixing com trocas em pares entre oito aprendizes igualou o treinamento padrão

Fontes

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