Post no LessWrong contesta a conclusão de que autoencoders esparsos recuperam só 9% das características reais
Celene Nightingale argumenta que o teste sintético de 'Sanity Checks for Sparse Autoencoders', de Korznikov et al. — 3.200 vetores de características em 100 dimensões, fator de expansão 32 — é ativamente hostil aos SAEs, e não um cenário de brinquedo favorável; é uma crítica em blog sem revisão.