Três homens são acusados de fraude de US$ 129 milhões com vozes e rostos de IA para se passar por CEOs e advogados
Uma acusação divulgada em Manhattan afirma que a rede usou vozes e, às vezes, rostos gerados por IA em chamadas para levar funcionários de finanças a fazer transferências; os réus não foram condenados.
Por que importa
A acusação diz que uma rede usou vozes e, em alguns casos, rostos gerados por IA para se passar por CEOs e depois encaminhou funcionários a advogados também impostores de supostos grandes escritórios, para que transferissem milhões a contas controladas pela rede. A promotoria estima o total em mais de US$ 129 milhões; um réu teria se gabado de lavar mais de US$ 400 milhões em três anos. É um caso judicial concreto de personificação por IA viabilizando fraude em larga escala. Os acusados são presumidos inocentes; acompanhar os próximos passos do tribunal e se as empresas reforçam as aprovações de transferências.
Fatos principais
- Acusação divulgada na quinta-feira em Manhattan; acusados: Jacob Soall (41), Sharon Hazan (54) e Guy Sheetrit (42)
- Mais de US$ 129 milhões teriam sido roubados de empresas no mundo todo
- Vozes e, em alguns casos, rostos gerados por IA para imitar CEOs
- Algumas mensagens enviadas por plataformas de assinatura eletrônica como DocuSign antes das chamadas
- Funcionários foram encaminhados a advogados impostores de grandes escritórios internacionais
- Hazan teria se gabado de lavar mais de US$ 400 milhões em três anos