Um mês após Trump mandar agências dizerem Super Intelligence em vez de IA, poucas empresas mudaram

A MIT Technology Review constata que o termo se espalha em sites e licitações do governo, enquanto só Zuckerberg e Musk o usaram de forma constante nas teleconferências de resultados, segundo a CNBC.
Por que importa
A ordem executiva de setembro mandou agências federais trocarem inteligência artificial por Super Intelligence, ou SI, e a reportagem mede o alcance disso. Sites do governo mudaram em silêncio e uma licitação do ICE pede vigilância movida a SI, mas Pentágono, FTC e HHS escorregaram. Em 27 de outubro, Trump criticou o Wall Street Journal por não usar o termo e sugeriu uma regra banindo inteligência artificial de documentos do governo. As agências precisam redigir uma definição legal até o fim de novembro.
Fatos principais
- Ordem executiva assinada no fim de setembro
- Licitação do ICE pede vigilância movida a SI
- Só Zuckerberg e Musk usaram o termo de forma constante, segundo a CNBC
- Trump criticou o WSJ em 27 de outubro
- Definição legal até o fim de novembro